(...)
Rasgada a barra do dia, já fora da ponta da rua, olhou o sol. Era por ali. Nascia à frente do rancho, lá na cascalheira. O rumo, aquele. Quantas marchas? Não sabia calcular. De carro viajara quase uma banda de dia. Dormira o tempo quase todo. Sabia da lonjura. Ali fazia muito frio, de tremer as carnes, bater os dentes, engrugir o couro. Sua ,
terra era morna como um rescaldo de goivara. Pra começar, começou. Cheia de carnes e desejos entrou no mato. Não queria o perigo dos caminhos forrados com o samborá de abelha, por onde corriam os bichos-caminhões. Preferiria os cerrados, gerais, caatingas, matos verdadeiros, conhecido.
NETO, Euclides. A Enxada e a mulher que venceu o próprio destino.
terra era morna como um rescaldo de goivara. Pra começar, começou. Cheia de carnes e desejos entrou no mato. Não queria o perigo dos caminhos forrados com o samborá de abelha, por onde corriam os bichos-caminhões. Preferiria os cerrados, gerais, caatingas, matos verdadeiros, conhecido.
NETO, Euclides. A Enxada e a mulher que venceu o próprio destino.
Nenhum comentário:
Postar um comentário